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quinta-feira, 14 de junho de 2012

A Intimidade do  Senhor é para os que o temem,aos quais ele dará a conhecer a sua Aliança.
  O que significa Temor? 
Sentimento de respeito ou reverência: viver no temor de Deus.
Aquele que teme a Deus esse tem intimidade com ELE  e o que não o Teme? esse está longe dEle, quando deixamos de temer a Deus estamos deixando de cuidar de nossa vida Espiritual, o temor a Deus está em envolvido tudo aquilo que se relaciona o seu comportamento temer o Pastor ou Obreiro é fácil para muitos mais e temer aquele que está do seu lado? Para muitos tem sido uma dificuldade. temor com a fidelidade, com a igreja...etc
E aquele que não tem temor nem com uma Autoridade na Terra ( que ele tem visto ) como temer a Deus ?! que é Espirito?...
  Domingo dia 17/06 a Unção do Temor e da Sabedoria...



quarta-feira, 13 de junho de 2012


Como nasce um torcedor fanático?
Como explicar o risco de perder a
vida por conta da paixão?
Paixão corintiana, flamenguista ou por
outro clube qualquer.
Seria explicar o inexplicável?
Uma coisa é certa: o fanático não raciocina.
Apenas sente.
Fanatismo é o resultado de uma adesão cega.
Seja a uma religião, um partido, um clube ou uma pessoa.
O torcedor fanático não nasce quando é adulto.
O fanatismo começa quando se é criança.
Na ausência do uso do raciocínio, toda sua energia é colocada nos
sentimentos do coração.
Os pais iniciam esse processo de "conversão", levando a criança aos
 estádios cheios.
O farto colorido, somado à algazarra da torcida, estimula a adesão cega.
A partir de então, a criança é possuída pela paixão.
E a carrega pelo resto da vida.
Ela é capaz de trocar de religião, de marido/mulher, de profissão, de tudo,
menos de clube.
Qual o lucro prático disso tudo?
Nada.
Como ex-botafoguense, posso garantir, mais foram as decepções e
aborrecimentos do que as alegrias.
Isso acontece com todos os torcedores.
E mesmo nas alegrias, nada me acrescentava.
O jovem entra na faculdade, recebe informações, ideias e pensamentos.
Recebe uma formação acadêmica.
Se ele foi aplicado nos estudos e coloca em prática tal formação,
seu futuro é garantido.
Pelo menos, teoricamente.
Já o mesmo não se aplica à fé inteligente.
Ela não nasce do acaso, nem por interferência alheia.
Antes, ela é uma revelação vinda do Trono do Altíssimo. Isaías 53.1
Como algo extremamente sublime, precioso e poderoso,
 a revelação da fé sobrenatural faz os sonhos tornarem-se realidade.
Traz à existência o inexistente.
E não tem limites.
Foi assim com Abraão.
Ouviu a Voz de Deus e obedeceu a Sua direção.
Resultado: tornou-se a própria bênção.
Não teve limites em toda a sua vida.
“Era Abraão já idoso, bem avançado em anos; 
e o SENHOR em tudo o havia abençoado.” Gênesis 24.1
Como explicar essa qualidade de fé?
Não se explica.
Apenas se vive por meio da obediência.
Abraão foi o princípio da fé inteligente.
Pensava consigo: se me aliar ao Criador, nada me será impossível.
Essa convicção o levou à obediência incondicional.
E as bênçãos também.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

No topo do Monte



                                                                                                                                                                                                      

No topo do MONTE“Nós não somos perfeitos, mas quando há em nós desafio, obediência e entrega, escolhemo-nos para subir o ALTO MONTE.”
 
Quando temos determinado objetivo em vista, o mesmo afigura-se como o cume de uma montanha, por isso, para alcançá-lo, importa escalar essa dita montanha. Em primeiro lugar apresenta-se o desafio e um desafio é aquilo que nos estimula, que nos convida, que nos incita. Nada do que é facilitado se pode afigurar como um desafio! Logo a seguir ao desafio tem que vir um certo de grau de obediência, mas obediência a quê? Às regras, aos ensinamentos que lhe permitirão atingir os seus objetivos. E tudo isto pressupõe uma entrega! Quando a pessoa tem um propósito em vista e se entrega à sua obtenção, não há nada que a impeça de conquistar aquilo que mais deseja.
    De facto, nenhum ser humano é perfeito, todavia, nada também nos é impossível, desde que decidamos, de facto e de verdade, subir o Alto Monte, que é o percurso do Sacrifício.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Salmo 23 - Invertido


Salmo

1 O SENHOR é o meu pastor; nada me faltará.

2 Ele me faz repousar em pastos verdejantes.
Leva-me para junto das águas de descanso;

3 refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da
justiça por amor do seu nome.
.
4 Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte,
não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo;
o teu bordão e o teu cajado me consolam.

5 Preparas-me uma mesa na presença dos meus adversários, unges-me a cabeça com óleo; o meu
cálice transborda.

6 Bondade e misericórdia certamente me seguirão
todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do
SENHOR para todo o sempre.

Invertido



1 Satanás é o meu ladrão; tudo me faltará.
.
2 Ele me faz inquieto em desertos áridos.
Leva-me para junto da sequidão de cansaço;
3 atormenta-me a alma. Confunde-me pelas veredas da injustiça por ódio do nome de Deus.
4 Ainda que eu ande nos montes da vida, temerei qualquer mal, porque o senhor do mal está comigo; seu chicote e sua vara me desesperam.
5 Esvazias-me uma mesa na presença dos meus adversários, não há óleo na minha cabeça; o meu cálice está seco.

6 Maldade e crueldade certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei nas profundezas do inferno para todo sempre.


Qual tem sido verdade na sua Vida?



quinta-feira, 7 de junho de 2012


Um dia desses, fui visitar meus familiares e, quando voltei, refleti sobre tudo que ouvi… o que, aliás, não mudou nada.
A primeira vez que fui convidada para ir a uma igreja foi na minha adolescência, pelos parentes de meu esposo.
Apesar de serem, ou se considerarem, “crentes” há muito tempo, nada muda na vida deles e quando muda é sempre para pior.
Eles vivem num ânimo dobre, em um momento estão cheios de fé e em outro estão, totalmente, afastados. Nessas idas e vindas, nunca conquistaram nada e o que tinham perderam. Todos desfizeram suas famílias, estão no segundo casamento, cheios de filhos, péssima condição financeira, alguns se envolveram em coisas bem piores, porém, o que mais me incomodou foi a parte espiritual.
Neste dia, conversando com eles, percebi que eles estão parados no tempo. Eles ficam patinando nas coisas que ouvimos logo que nos convertemos. Não que isso não tenha importância, e entendo que, como o pastor falou um dia desses, a Palavra é a mesma, as pessoas são as mesmas, mas sempre tem gente nova chegando e que precisa ouvir o que ouvimos no início, mas eles já “se convenceram” há mais de 20 anos.
Quando chegamos à presença de Deus, Ele se revela por meio do Seu Espírito. Aí começamos a jornada da fé, na caminhada do Reino de Deus e vamos, a cada passo, “nos graduando” nas coisas de Deus. Ele nos alimenta com Sua Palavra, primeiramente, com o leite espiritual. E a cada passo dado, nos tornamos mais preparados para “alimentos” mais sólidos, e assim por diante.
Porém, essas pessoas, com esse vai e vem na fé, sempre estão tendo que começar tudo de novo, quando decidem retornar a Deus. Isso é muito deprimente.
Não me considero nada, mas, a cada passo, Deus nos revela um pouco mais. Estou na presença de Deus há 12 anos e acredito estar na “sopinha com alguns pedacinhos de carne”, rsrs.
Mas a nossa vantagem na IURD é que, a começar pelo bispo Macedo, que está na presença de Deus há mais de 40 anos e já está na “picanha espiritual”, por meio do Espírito Santo, passa esse alimento “nutritivo” para os pastores e eles nos repassam… Graças a Deus por isso!
Bom seria se todos pudessem, ou melhor, quisessem participar dessa “picanha espiritual” a qual desfrutamos a cada dia!
Deus os abençoe!
Amiga

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Paz e Tormento



Este é um cemitério.
Perfeito lugar de paz e tranquilidade.
Nele não há qualquer disputa.
Todos os que ali se encontram levaram consigo amor e ódio, alegrias e tristezas, esperança e desespero, fé e dúvidas, bondade e maldade, humildade e orgulho, riqueza e pobreza...
Todos tiveram o mesmo destino.
Suas matérias deterioram-se em paz.
E suas almas, onde estão?
Seja lá onde quer que estejam, estarão também em paz?
O SENHOR Jesus disse: “E, se um dos teus olhos te faz tropeçar, arranca-o; é melhor entrares no Reino de Deus com um só dos teus olhos do que, tendo os dois seres lançado no inferno...” Marcos 9.47
Se um olho é capaz de enviar muitas almas para o inferno, imagine quando o pecado domina todo o corpo.
O inferno está cheio de almas que, em vida, eram bem intencionadas.
Mas nunca temeram o Criador.
Nunca deram crédito a Sua Palavra.
Antes, levaram a vida de balada em balada, de farra em farra...
Não fizeram caso do significado da morte de Jesus.
E até debocharam de Sua Palavra.
Nunca a levaram a sério.
Achavam que podiam viver de qualquer maneira porque, segundo eles,inferno é invenção humana.
E muitos, no caminho do erro, mantêm os mesmos pensamentos e continuam praticando os mesmos pecados.
Mas a pergunta que não se cala é:
Sua consciência está em perfeita paz com respeito à salvação de sua alma?
Se morrer hoje, você sabe onde passará a eternidade?
O rico implorou para Abraão enviar Lázaro para avisar seus cinco irmãos sobre o inferno. Lucas 16.27-28
O mesmo se dá em relação aos que lá estão.
Gostariam de avisar seus filhos, pais, irmãos e seus entes mais queridos a respeito da salvação em Cristo Jesus, a fim de não serem lançados também para lá.
Mas não podem.
Imagino a angústia deles.
“Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”Lucas 12.20

sábado, 2 de junho de 2012


A tecla que eu mais gosto no meu computador, de longe, é a “delete”. Ela nem se compara com as outras. Aliás, o que seria do resto do teclado sem ela? Quem é do tempo da máquina de escrever, sabe disso.
Na Idade da Pedra dos processadores de texto, quando você colocava o papel na máquina de escrever para datilografar, era melhor você estar bem certo do que iria dizer antes de apertar uma tecla… Isso porque praticamente não tinha volta. Quer dizer, para apagar uma só letrinha era um martírio. A fita de apagar nunca funcionava direito, e quando funcionava, a folha ficava manchada, mostrando a todos que você teve que corrigir o que escreveu. Era de fazer qualquer um desanimar.
Mas graças a IBM, que inventou o word processor, hoje eu posso escrever nesse blog o que vier na minha mente sem me preocupar porque se numa segunda leitura eu não gostar do que escrevi, aleluia! Eu tenho a tecla “delete”!
Ainda mais útil é a tecla “delete” no seu cérebro. Não tão simples de acessar, e nem sempre tão rápida quanto a do teclado, a tecla “delete” no seu cérebro é a capacidade que você tem de decidir apagar algo da sua mente. Você pode deletar pensamentos ruinspessoas irrelevantes, críticas destrutivas, um passado triste, e tudo mais que seja inútil e lixo demais para ocupar sua mente.
“Mas espere aí,” você diz. “Nem tudo dá para apagar da mente.” É verdade. Nossa memória as vezes grava mesmo e não dá para esquecer. Mas dá para decidir não focar naquilo, mas em outra coisa mais produtiva. O resultado é o mesmo.
Eu provavelmente não escreveria um blog diário se não existisse a tecla delete. E tocar a vida sem ela no meu cérebro, nem  pensar.